Prefeitura assina contrato para Diagnóstico Sócioeconômico das famílias ocupantes das Áreas da União

Cumprindo acordo judicial junto à Justiça Federal em Piracicaba, a Prefeitura Municipal de Itirapina assinou hoje, sexta-feira, 06/07/2018, contrato com a empresa CONSULTORIA EPG LTDA, da cidade de Ribeirão Preto, visando à realização de diagnóstico socioeconômico das famílias que estão ocupando as áreas da União, sendo as da Barroca e defronte o Asilo até a Penitenciária II, Subestação e antiga Estação Ferroviária.

Os funcionários da referida empresa farão nos próximos dias visitas individuais em cada moradia dessas duas áreas para levantamento de dados físicos da construção, sociais e econômicos, para posterior análise da Prefeitura e enquadramento das famílias nos critérios que serão divulgados em breve, por meio de decreto municipal.

Após os trabalhos nas casas destas duas áreas ocupadas, a empresa fará o cadastro de todas as demais famílias da cidade interessadas em terreno destas glebas, que não invadiram nenhuma área, pois, de acordo com a Justiça, essas pessoas, se atenderem aos critérios sociais, também tem o direito de conquistar um terreno na área da União, entre o Asilo e a Penitenciária II, caso o projeto da Prefeitura seguir adiante.

A Prefeitura também está contratando escritório de engenharia para efetuar o levantamento físico, cadastral e georreferenciado da área da União entre o Asilo, Ceagesp, antiga Estação e a Penitenciária II, cadastrando todas as construções e compatibilizando-se os dados do levantamento socioeconômico para atualizar a situação existente de ocupações.

Após esses dois trabalhos, ou seja, levantamento socioeconômico e serviços de engenharia a Prefeitura fará o mapeamento de todas as famílias que atendem aos critérios sociais e encaminhará para a Justiça decidir sobre as possíveis ações da Prefeitura.

Se a Justiça concordar com a proposta da Prefeitura de Itirapina, muitos moradores da área da União na Barroca, entre o Asilo e a Penitenciária II e outras famílias da cidade que não invadiram nenhuma área poderão conquistar um terreno nesta área da União, entre o Asilo, Penitenciária II, Ceagesp e antiga Estação para ali construírem suas moradias, desde que atendam aos critérios da Lei.

Portanto, os moradores destas duas áreas invadidas e da cidade devem ficar atentos a esse trabalho que será iniciado nos próximos dias, visando ter a oportunidade de conquistar seu terreno, dentro dos critérios sociais, da Lei e da ordem judicial.

 


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